A primeira vez que ouvi o SaGRAMA foi como música ambiente antes de começar a peça A Máquina, em algum SESC de São Paulo. Lembro que pensei "É isso! Este é o som que estive procurando por anos!".

De tons extremamente melódicos, líricos e coloridos, sua música está entre as minhas preferidas jamais feitas no Brasil. Abusam de ritmos nordestinos como Frevo e Maracatú, os tocam com violas, rabecas, mas sobretudo as flautas lhes conferem uma sonoridade erudita exuberante e belíssima. Ouça por exemplo o maracatú Êh! Luanda, de seu primeiro álbum.

Sua discografia completa aqui é absolutamente imperdível para qualquer apreciador de boa música.

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