Apesar de serem uma formação não tradicional (trombone e trompete) para este gênero, eu considero este duo a última palavra em Choro tradicional.

Conheci o trabalho do Zé da Velha e Silvério Pontes em 1997, quando olhava os discos a venda na loja do CCBB do Rio, antes do show do Trio Madeira Brasil. O álbum Só Gafieira me chamou atenção pelo nome “rústico”, cujos artistas também tinham um nome assim “rústico”. Mas quando botei o CD para tocar percebi que era matéria da mais alta qualidade. Altamente recomendado.